Sou assim. As vezes enjoa, as vezes sobra, as vezes falta, as vezes.
Acho que tenho os dias contados, mas acabei perdendo a conta dos dias que tenho pra viver. Vivo os dias que não contei, vivo. Sobrevivo.
Desde então acho que vou morrer daqui a pouco...
2 comentários:
Isso justifica os espinhos de rosas e cactos... me entristece pensar no destino das tulipas.
V.
Jung diz uma coisa interessante, é mais ou menos assim: no final, tudo se transforma no seu oposto.
Só se percebe a calmaria quando se passou a tempestade.
Só se enamora do beijo quando sentiu o tapa.
Penso que viver é experimentar é ousar e, se necessário, é ser odiado para se aprender a amar.
Adorei seu blog... parabéns
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